PHNX Descarboniza Concreto Usando Cinzas de Carvão e Garante Financiamento
O impacto ambiental das usinas de carvão é inegável. No entanto, a PHNX Materials está transformando resíduos em recursos, utilizando cinzas volantes, um subproduto da combustão do carvão, para descarbonizar a produção de concreto.
Cinzas volantes têm sido usadas em concreto há séculos, oferecendo benefícios como maior durabilidade. Mas com o fechamento das usinas de carvão, as cinzas volantes estão se tornando escassas, fazendo com que as empresas de concreto reduzam seu uso. É aí que a PHNX Materials entra em ação.
Transformando Resíduos em Recursos
A PHNX Materials está resolvendo a escassez de cinzas volantes extraindo-as de aterros sanitários. Seu processo envolve a remoção de impurezas como enxofre e carbono, tornando as cinzas adequadas para a produção de concreto. Além disso, eles estão extraindo enxofre e alumínio, vendendo para outras indústrias.
Isto é importante porque o cimento, o principal ingrediente do concreto, é um importante emissor de carbono. Ao substituir uma porção de cimento por cinzas volantes processadas, a PHNX Materials reduz significativamente a pegada de carbono do concreto. Até 30% do cimento pode ser substituído por cinzas.
Uma Solução Sustentável
A abordagem inovadora da empresa aborda várias questões: reduz a dependência do cimento intensivo em carbono, reaproveita o material residual dos aterros sanitários e cria uma nova cadeia de suprimentos para as empresas de concreto. A empresa levantou recentemente US$ 2,5 milhões.
A PHNX Materials não está apenas limpando resíduos; eles também estão potencialmente lucrando com isso. Ao extrair materiais valiosos das cinzas volantes, eles estão criando novos fluxos de receita e oferecendo uma opção mais sustentável para a indústria de concreto.
É uma situação vantajosa para todos: uma indústria de concreto mais verde e uma redução no desperdício de aterros sanitários. Esta abordagem oferece uma forma escalável de descarbonizar um setor que precisa desesperadamente disso.
Fonte: TechCrunch